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AGO | 2009
CEO de Marrocos conta sobre hotelaria de Grande Luxo
Postado por admin às 12:05 pm
O turismo em Marrocos tem uma participação de mais de 10% no PIB do país. Há 10 anos, era cerca de 6% – o que significa um aumento significativo em pouco tempo. O mercado hoteleiro, por exemplo, cresceu 12% nos últimos cinco anos. É o que contou o CEO da H Partners, Fouad Chraibi – que finalizou o Conotel 2009 com chave de ouro.
É claro que os ativos do país como o magnífico deserto, as montanhas, a arquitetura tradicional e o clima diversificado atraem os turistas, mas o mérito desse aumento nos últimos anos é da postura de investimentos a longo prazo que governo e iniciativa privada assumiram.
Em 2001, foi assinado um acordo entre governo e setor empresarial de uma estratégia nacional em que o turismo seria prioridade econômica no país. As metas: 160 mil novos leitos até 2010, totalizando 230 mil; seis novos resorts no mar; consolidação dos destinos já existentes; e, finalmente, a chegada do turismo a 20% do PIB nacional no próximo ano. E boa parte disso já está em fase de finalização.
Um outro mercado de extremo crescimento em Marrocos é o de Grande Luxo. Os requisitos necessários são: localização excepcional, ambiente que proporcione experiências únicas, serviços completos, produtos exclusivos, extrema hospitalidade e uma marca bastante forte. Todos esses atributos são encontrados nos palácios de Marrocos, que têm no máximo 20 acomodações cada.
O CEO faz previsões baseadas nos investimentos: se em 2000 Marrocos só tinha um hotel de Grande Luxo, espera-se que o país tenha 18 hoteis nesse setor até 2013.
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Na última sessão do Conotel 2009, também foi fechado um acordo cafeeiro. A certificação garante que se mantenha o fornecimento de café de alta qualidade para o setor hoteleiro.
Alto nível de palestras aumenta em 25% o público do Conotel 2009 | Vida de Viajante disse:
[...] CEO da H Partners, Fouad Chraibi – que finalizou o Conotel 2009 com chave de ouro falando sobre Grande Luxo em Marrocos. O CEO faz previsões baseadas nos investimentos: se em 2000 Marrocos só tinha um hotel de Grande [...]